Notícia

Sérgio Rodrigues

Por Publicado Atualizado

Não há como negar que um toró de confusões se abate sobre o mundo enquanto a IA imita cada vez melhor a linguagem humana. Navegar os novos tempos não vai ser fácil, mas de uma coisa eu tenho certeza âmeus travessões ninguém tasca!
Convém explicar. No momento âe considerando-se a carta decisiva da preguiça atávica da espécieâ, o futuro da paisagem cultural parece embicado no sentido da hegemonia robótica. Na ponta da produção e na ponta do consumo.
Há quem aplauda os novos tempos, apostando, por exemplo, numa primavera editorial movida por IA Ââe esquecendo de levar em conta que as máquinas não apenas escrevem por nós, mas leem também, o que sugere o oxÃmoro tragicômico de uma primavera editorial desprovida de leitores.
Alunos entregando trabalhos de IA a professores qu

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