Notícia

Sistema Cantareira entra na faixa de restrição; entenda os impactos

Por Publicado Atualizado

Contexto

O sistema Cantareira, que abastece grande parte do estado de São Paulo, está enfrentando um cenário crítico. Após uma sequência prolongada de baixas chuvas e elevado consumo, o reservatório entrou nesta quinta-feira (5) na fase de restrição, marcando o início da segunda etapa do Plano Estadual de Gerenciamento de Águas das Bacias Hidrográficas (PEGAB).

Esta é a primeira vez desde 2014 que o Cantareira enfrenta esta situação. O último momento em que o sistema chegou perto dessa situação foi no ano passado, quando as precipitações voltaram a se normalizar.

Repercussão

A notícia do início da fase de restrição gerou reações imediatas tanto entre os moradores quanto nas esferas governamentais. Cidades como São Paulo, Guarulhos e Diadema já anunciaram medidas para reduzir o consumo.

  • São Paulo: O governo estadual prevê uma redução de 10% no consumo geral, que passa a ser limitado a 28 litros por pessoa e dia. As empresas serão responsabilizadas pela redução de 4%.
  • Guarulhos: O município implementou um sistema de pontuação para as residências com base no consumo médio, estabelecendo limites máximos de uso de água.
  • Diadema: A cidade reduziu o fornecimento de água em 15%, a partir das 23h e até as 7h, durante os dias úteis. Durante finais de semana e feriados, a restrição passa a ser de 40%.

Comerciantes também se preparam para possíveis impactos. O presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), José Roberto Castello Branco, alertou sobre o potencial efeito na economia local, destacando a importância do equilíbrio entre conservação e desenvolvimento econômico.

O que vem agora

Com o início da fase de restrição, o governo estadual intensificou as campanhas de conscientização sobre a economia de água. Além disso, novos projetos de captação e tratamento de águas pluviais estão sendo planejados para aliviar a pressão no sistema Cantareira.

As autoridades também enfatizam a necessidade da população em adotar medidas conservacionistas, como o reuso de água doméstica e a instalação de telhados verdes. O uso racional do recurso continua sendo fundamental para garantir o abastecimento no futuro.

Segundo a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), as chuvas previstas para outubro podem mitigar os efeitos, mas não resolvem o problema estrutural. O governo estadual está monitorando a situação diariamente.

Fontes

Fontes

Fontes:

Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.

Encontrou algo a corrigir? Avise a redação.