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SP: Pai Chama a Polícia por Desenho de Orixá em Aula e Agentes Entram Armados na Escola

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SP: Pai Chama a Polícia por Desenho de Orixá em Aula e Agentes Entram Armados na Escola

O caso de uma escola paulista envolvendo religião afrobrasileira gerou polêmica e chamou a atenção do público no último mês. Um pai, alarmado após ver um desenho de orixás em sala de aula, acionou os policiais, que se apresentaram armados na instituição.

Contexto

No dia 16 de novembro de 2025, uma mãe contou à reportagem do UOL Notícias sobre o incidente ocorrido em uma escola particular da região do Jardim Europa, na capital paulista. A educadora havia desenhado orixás africanos para um projeto com alunos do ensino fundamental e a obra ficou exposta no pódio da turma.

A mãe, que prefere não ser identificada, chegou a ligar para o diretor da escola em busca de orientação. Diante das recomendações, ela decidiu chamar a polícia. O pai do aluno, um agente da corporação, atendeu ao pedido e acionou os policiais.

No local, agentes se apresentaram armados e verificaram o conteúdo exibido na sala de aula. Durante a inspeção, os policiais encontraram diversos desenhos relacionados à religião afrobrasileira. A reação da família gerou grande repercussão nas redes sociais.

Repercussão

O incidente causou uma avalanche de reações na internet, com muitas vozes a favor e contra o comportamento do pai. Muitos criticaram a intervenção policial, enquanto outros defendiam a liberdade religiosa.

  • Comentários em redes sociais: “Essa atitude não contribui para uma sociedade pluralista”, disse um internauta.
  • Apoio aos pais: “Se o pai acha que algo está errado, ele tem todo direito de pedir uma explicação”, afirmou outra usuária.

O caso chamou a atenção dos defensores do candomblé e da umbanda, que vêm denunciando casos de intolerância religiosa. “É um absurdo essa excessiva repressão policial sobre práticas culturais legítimas”, declarou o presidente de uma entidade que representa comunidades afrodescendentes.

O que vem agora

Em resposta à repercussão, a direção da escola se pronunciou e anunciou uma reunião com os pais para esclarecer as razões do projeto. Além disso, a instituição afirmou que vai implementar treinamento intercultural em suas atividades pedagógicas.

A corporação de policiais também divulgou um comunicado esclarecedor, afirmando que os agentes agiram seguindo protocolos de segurança. No entanto, a instituição recebeu críticas pelos procedimentos adotados.

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