SP testa IA do Google para criar onda de faróis verdes; entenda projeto

SP testa IA do Google para criar onda de faróis verdes; entenda projeto
Projeto, que visa a diminuição de gases poluentes emitidos pelos veículos, já está presente em três cidades brasileiras, além da capital paulista
Atualizado
O setor de transportes rodoviários está entre os principais responsáveis pelas emissões de poluentes nas áreas urbanas, o que tem impulsionado a busca por alternativas para reduzir os impactos ambientais na mobilidade. Embora a eletrificação da frota seja uma das principais estratégias adotadas, iniciativas voltadas à gestão do trânsito também têm ganhado espaço. Entre elas está o “Green Light” (Sinal verde), adotado há cerca de dois meses em São Paulo.
Através de IA, o projeto utiliza a sincronização de semáforos para melhorar o fluxo de veículos e reduzir as emis
Um carro pode desembarcar no Brasil como lançamento, chamar atenção pelo preço ou pela tecnologia e, poucos meses depois, já existir em seu país de origem uma versão mais moderna, com mais autonomia, novo pacote de assistência à condução, bateria atualizada ou até um facelift profundo.
Esse descompasso não é novo. O consumidor brasileiro sempre conviveu com modelos vendidos lá fora antes de chegarem ao país. A diferença, agora, está na velocidade. Com as marcas chinesas, principalmente nas linhas eletrificadas, o ciclo de produto ficou muito mais curto.
Um ciclo “normal” de produto no Brasil normalmente dura sete anos, com um facelift mais relevante na metade desse período. Ou seja, quem compra um carro hoje estará com um modelo atual na garagem por, pelo menos, três anos e meio.
Na China,
Cabeceios no futebol podem elevar risco de trauma craniano
Pesquisas investigam os efeitos de impactos repetidos na cabeça, mesmo sem concussão; análises carecem de evidências de longo prazo
Cruzamentos, escanteios e disputas pelo alto são jogadas clássicas do futebol. Na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, 25 dos 215 gols foram marcados de cabeça, segundo balanço da Fifa. Fora do campo, porém, a medicina esportiva investiga se a repetição desses impactos, mesmo sem concussão, pode estar associada a alterações cerebrais.
Parte da produção científica se concentra em exames de imagem que observam especialmente a substância branca, formada por fibras que conectam diferentes áreas do cérebro, e a substância cinzenta, que concentra corpos de neurônios e participa do processamento de inform
Fontes
- https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2026/07/sp-testa-ia-google-criar-onda-farois-verdes-entenda-projeto.ghtml
- https://www.uol.com.br/carros/colunas/paula-gama/2026/07/11/carros-chineses-chegam-ao-brasil-e-mudam-pouco-depois-entenda-o-novo-ciclo.htm
- https://www.poder360.com.br/poder-saude/cabeceios-no-futebol-podem-elevar-risco-de-trauma-craniano/
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