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Uso da força militar voltou a fazer parte do cotidiano da América Latina, diz Lula

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse neste domingo, 9, que “a ameaça de uso da força militar voltou a fazer parte do cotidiano da América Latina e Caribe”, em um sinal indireto às ameaças promovidas pelo governo dos Estados Unidos contra a Venezuela. Ele afirmou que “democracias não combatem o crime violando o direito internacional”.
O governo de Donald Trump tem usado como pretexto para intensificar sua presença militar no Caribe o combate ao narcotráfico. Nos últimos meses, destruiu barcos que trafegavam pela região alegando que se tratava de embarcações de traficantes. Os tripulantes foram mortos.
O discurso de Lula foi feito na Cúpula Celac-União Europeia em Santa Marta, na Colômbia. O presidente brasileiro disse que a América Latina é uma “região de paz” e pretende

O STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria neste domingo (9) para abrir ação penal contra Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Relator do caso, Moraes votou pelo recebimento da denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) e foi seguido pelos ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino.
Tagliaferro foi acusado pela Procuradoria de vazar mensagens de integrantes do gabinete de Moraes para obstruir investigações sobre a trama golpista.
Os ministros da Primeira Turma do Supremo têm até o dia 14 de novembro para depositar seus votos. Também participa do julgamento a ministra Cármen Lúcia. Luiz Fux decidiu deixar a turma e não tem direito a voto.
Nessa fase, os ministros do Supremo analisam se a denúncia traz i

Tá puxado. Mulheres heterossexuais vêm dizendo que a vida de solteira anda puxada. Reclamam que os homens pioraram. Lamento informar, a maioria sempre foi assim. O que mudou fomos nós. Com autonomia, renda e menos culpa, ficamos mais seletivas. A régua subiu âe nem falo da exigência que surge nos aplicativos de que os moços tenham mais de 1,80 de altura.
A revista The Economist batizou o fenômeno de “recessão dos relacionamentos”: menos gente formando casal, mais gente esperando algo que valha a pena. Entre 25 e 34 anos, 50% dos homens e 41% das mulheres vivem sem parceiro nos Estados Unidos, o dobro de cinco décadas atrás. Quadro parecido aparece em 26 de 30 paÃses ricos. Segundo cálculos da publicação, hoje há pelo menos 100 milhões de solteiros a mais no mundo do que have

Nunca veremos um filme como “Casa de Dinamite” sobre o desastre do aquecimento global. Eis o impasse no fulcro da COP30 e de todas as 29 reuniões de cúpula sobre o clima que precederam a rave em Belém, desde a Rio92.
A cinematografia de Kathryn Bigelow resulta eletrizante porque lida bem com dois atributos da ameaça nuclear opostos aos da crise climática: uma vez acionado o mecanismo do holocausto atômico, restam minutos para reagir; e, no caso de bombas detonarem, morrerão de imediato milhões de pessoas.
A diretora e o roteirista Noah Oppenheim esticaram os 20 minutos de prazo até a hecatombe em Chicago narrando a história em tempo quase real de três pontos de vista complementares, de modo a preencher 1h52min de projeção. Mas tiveram o cuidado de não confortar o espectador c

Nos últimos 250 anos, houve uma revolução na vida cotidiana. Até o fim do século 19, a expectativa de vida nos paÃses mais ricos era perto de 40 anos. A cesta de consumo de uma pessoa de renda média nesses paÃses custaria cerca de R$ 10 por dia em valores atuais.
Pouco mais de dois séculos depois, a expectativa de vida dobrou nas principais economias e a renda por habitante multiplicou cerca de 50 vezes, em alguns casos ainda mais.
Estudar as causas desse fenômeno foi um dos temas fundadores da economia. Nos últimos 30 anos, houve avanços nessa agenda de pesquisa, que resultaram em vários Prêmios Nobel de Economia, inclusive o deste ano, conferido a Joel Mokyr, Philippe Aghion e Peter Howitt.
O desenvolvimento ocorreu nos diversos paÃses, mas de forma desigual. Ele se inicia na

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