Vinicius Torres Freire

A economia americana não levou um tombo, apesar das rasteiras de Donald Trump. Por ora, apenas tropeçou e anda um pouquinho mais devagar. Os donos do dinheiro grosso nos EUA não se incomodaram com a rasteira, vide os trilhões de dólares que investem em inteligência artificial (IA) e negócios associados. Até por isso também, o PIB americano deve crescer mais do que se esperava em 2025 (2%, diz o FMI), embora menos do que em 2024 (excepcionais 2,8%).
No “Perspectiva Econômica Mundial” do FMI que acaba de sair, os autores parecem desnorteados e desconcertados. No comentarismo econômico mundial, há gente bestificada, com exceção do pessoal de bancões, lucrando na vida adoidado, como se viu pelos balanços divulgados nesta terça.
Marcas trumpianas, protecionismo e asfixia da mig
Nos 80 anos da ONU, celebrados durante a Assembleia Geral do mês passado, não faltaram discursos fúnebres em relação a seu futuro. No entanto, o desfilar de complexidades discutidas pelos chefes de Estado e autoridades mundiais ali reunidas âe onde mais se reuniriam?â referendou o que as principais vozes democráticas globais vêm advogando: não temos saÃda, como planeta, a não ser repactuar a cooperação multilateral.
Entre essas complexidades, uma se destaca como a oportunidade de trazer de volta, sem bolor nem nostalgia, o conceito de Nações Unidas. E, nela, o Brasil tem um papel de relevância âcomo teve lá atrás na criação da ONU.
Foi em outro discutido fórum de cooperação internacional, o G20, que o paÃs lançou a proposta de um Conselho de Mudança do Clima para, de
Fontes
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